SMS DE NATAL QUER REDUZIR 10% DOS GASTOS COM PACIENTES DE FORA.


O secretário municipal de Saúde, Luiz Roberto Fonseca, anunciou na manhã desta quinta-feira (7), que espera reduzir em 10% - "num primeiro momento" - a despesa com a prestação de serviços de saúde a pacientes oriundos do interior do Rio Grande do Norte e, principalmente, da Região Metropolitana de Natal (RMN). Segundo ele, os pacientes deveriam receber atendimento na rede básica de saúde, o que "não é feito por omissão de municípios que não têm contratualização pactada com a prefeitura de Natal". O secretário disse que cerca de R$ 60 milhões do orçamento próprio do município e de repasses da União são gastos anualmente com essa demanda de saúde.

Luiz Roberto Fonseca informou que, de acordo com portaria de 20 de abril, a partir de agora as unidades de pronto-atendimento infancil Sandra Celeste, em Lagoa Nova, o antigo Hospital dos Pescadores, nas Rocas, além das unidades mistas de saúde de Cidade Satélite e Mãe Luiza, o atendimento de urgência será feito exclusivamente para os munícípes de Natal, que são responsáveis pelo custeio da saúde com o pagamento de seus impostos. 

"Porém, não vamos negar atendimento para quem está em situação de risco eminente de vida, que é o bem mais precioso de uma pessoa", garantiu o secretário.

Já em relação às Unidades de Pronto-atendimento (UPAs) de Paçujara, na Zona Norte, e de Cidade da Esperança, na Zona Oeste da cidade, o secretário disse que, como recebe recursos federais, o atendimento será prioritário para os municípes natalenses, mas também poderá atender pacientes de outros municípios do Estado. A medida também vale para as pacientes que chegarem em situação de risco nas maternidades das Quintas, Felipe Camarão e Leide Morais, que já realizou quase 400 partos depois de ser reaberta em 8 de março.

Luiz Roberto Fonseca também disse que, às 14 horas desta sexta-feira (8), vai se reunir com os secretários municipais de Saúde da Grande Natal, que são, justamente, os municípios que mais respondem pelo número de pacientes que vêm do interior para receber atendimento na capital. Ele esclareceu que pelo menos 35% das pessoas atendidas na rede municipal de Saúde vêm do interior do Estado, mas nem com todos a prefeitura "contratualizou o excedentes de serviços de saúde que o município pode prestar à população".

Fonte: Site Tribuna do Norte.


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